quinta-feira, novembro 13, 2008

Separação amigável... Diabolicamente genial !!!!
 
Ela passou o primeiro dia empacotando todos os seus pertences em caixas, engradados e malas.

No segundo dia, os homens da transportadora levaram a mudança.
No terceiro dia, ela sentou-se pela última vez na bela mesa da sala de jantar, à luz de velas, pôs uma música suave e se deliciou com uns camarões, um pote de caviar e uma garrafa de Chardonnay.
(Quando terminou, foi a cada um dos aposentos e colocou alguns pedaços de casca de camarão, besuntados com caviar, nas cavidades ocas dos varais das cortinas)
Depois ela limpou a cozinha e se foi.
Quando o marido chegou 'com a nova namorada', tudo estava perfeito nos primeiros dias.
Depois, pouco a pouco, a casa começou a feder. Eles tentaram de tudo: limpando, lavando e arejando a casa.
Todas as aberturas de ventilação foram verificadas à procura de possíveis ratos mortos e os tapetes foram limpos com vapor.
Desodorantes de ar e ambiente foram pendurados em todos os lugares.
A empresa de combate a insetos foi chamada para colocar gás em todos os encanamentos, durante alguns dias tiveram de sair da casa e, no fim, ainda tiveram de pagar para substituir o caríssimo carpete de lã.
Nada funcionou. As pessoas pararam de visitá-los...
Os funcionários das empresas de consertos se recusavam a trabalhar na casa.
A empregada se demitiu.
Finalmente, eles não suportavam mais o fedor e decidiram se mudar.
Um mês depois, apesar de terem reduzido o valor da casa, eles não conseguiram um comprador para a casa fedorenta.
A notícia se espalhava e nem mesmo corretores de imóveis locais retornavam as ligações.
Finalmente, eles tiveram de fazer um empréstimo no banco para comprar uma casa nova.
A ex-esposa ligou para o marido e perguntou como andavam as coisas.
Ele disse a ela que estava de mudança, omitindo os problemas.
Ela escutou pacientemente e disse que sentia muitas saudades da casa antiga e que estaria disposta a reduzir a parte que lhe caberia do acordo de separação dos bens em troca da casa, se houvesse um acordo...
Sabendo que a ex-mulher não tinha idéia de como estava o fedor, ele concordou com um preço que era cerca de 1/5 do que valeria a casa... Mas só faria o acordo se ela assinasse os papéis naquele dia mesmo.
Ela concordou e em menos de uma hora, os advogados deles entregavam os documentos.
Uma semana depois, o homem e sua 'namorada' assistiam, com sorriso malicioso, os homens da mudança empacotando tudo o que tinham para levar para a sua nova e linda casa...(incluindo os varais das cortinas)

quarta-feira, outubro 29, 2008

Conto de fadas para mulheres do século XXI

                                                      
 Conto de fadas para mulheres do século XXI                                
                                                                           
                                                                           
  Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e
 cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em    
 como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as            
 conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.                          
                                                                           
  Então, a rã pulou para o seu colo e disse:                               
                                                                           
  -Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má    
 lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu,
 no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos    
 casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia 
 vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas 
 roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...     
                                                                           
 E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,         
 acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco,
 a princesa sorria e pensava:                                              
                                                                           
                                                                           
  -Nem   fo...den...do!