quinta-feira, maio 15, 2008

Um dia, acontece... estou grávido!
Ela perde a forma, perde o humor, começa a vomitar e fica ansiosa.
Eu perco o chão, perco a clareza e fico cheio de preocupações.
Faço contas e mais contas, tento agradar, temo aquela barriga diferente que não pára com aquilo de crescer, crescer...
Um dia mexe, ela põe a minha mão e... nada acontece.
Ela sente, ela sonha, ela se emociona e eu sorrio meio perdido.
Tento acompanhar, mas que difícil! Não é comigo, é com ela!
Devagar tento entrar neste mundo particular que rouba a mulher e a torna mãe-bebê.
Olho tímido para o ventre crescido enquanto ela dorme com 4 travesseiros, acaricio e enfim um chute, depois outro... está aqui, eu pude sentir! Começo a fazer parte.
É hora de parir.
Um nó enche a garganta e um montão de água enche e vaza dos olhos.
Ela aperta, ela grita, eu seguro firme mesmo quando queria sair correndo.
E então ele chega, cor-de-rosa, café com leite, vermelhinho... tanto faz.
Pisca os olhinhos úmidos e a gente chora: eu, ele e a mãe.
É frágil e me derruba com seus dedinhos miúdos e delicados.
Virei Pai.
E então vem os xixis na cara, as fraldas tortas,os benditos botõezinhos de macacão. Ah, os botõezinhos... ainda pego quem inventou isso!
Depois as noites de cólicas, de  inalação, cantigas no escuro, camas partilhadas.
Um dia é primeiro dia de aula e nada no meu escritório sai certo, eu queria estar lá segurando a mãozinha dele, mas não pude.
E vem o desenho da família, a primeira tentativa de escrita, o primeiro tombo de bicicleta.
E a vida ganha outros aromas, outros sabores e outras razões.
Já não quero ficar até tarde para acabar o trabalho, não acho importante aquele jogo na TV, e não ligo de perder a Fórmula Um para ouvir pela centésima vez a voz dos backyardigans.
Me leva na praia? Me compra uma espada? Me deixa dirigir? Empresta seu carro?
Pai, essa é a minha namorada...
Virei Pai e fico com medo de ser avô antes do tempo.
Converso, explico, vigio, passo noite em claro.
E sinto orgulho na formatura da faculdade, no final do campeonato de Karatê, no dia do primeiro emprego.
Passo o Natal de mãos dadas com a mãe dele, esperando o telefonema que demora, mas chega pertinho da meia noite.
E então, começo a viver tudo de novo quando escuto:
Pai, eu também vou ser Pai!
 Feliz Dia dos Pais
 Márcia H. Golz

 

 

 

 

 

 

 

 

Eternamente Mãe

FELIZ DIA das MÃES!
 
Eternamente Mãe


MÃE ...
que na presença constante me ensinou
na pureza do seu coração a vislumbrar
caminhos...

MÃE ...
dos primeiros passos, das primeiras
palavras...

MÃE ...
do amor sem dimensão, de cada momento,
dos atos de cada capítulo de minha vida
não ensaiados, mas vividos em cada
emoção...

MÃE ...
da conversa no quintal, do acalanto do
meu sono aquecido de amor, aninhada
em seu coração...

MÃE ...
do abraço, do beijo que levo na
lembrança...

MÃE ...
é você que me inspira a caminhar...

MÃE ...
a presença de cada passo que o
tempo não apaga: por mais longo
e escuro que seja o caminho, haverá
sempre um horizonte...

MÃE ...
Mulher a quem devemos a vida,
que merece o nosso respeito, nossa gratidão e nosso afeto.

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quinta-feira, abril 10, 2008

SCRAPBOOK FELIPPE

Como é grande o meu amor por você  (1967)
Roberto Carlos 
Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor por você

E não ha nada pra comparar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você

Nem mesmo o céu, nem as estrelas
Nem mesmo o mar e o infinito
Não é maior que o meu amor, nem mais bonito

Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor por você

Nunca se esqueça nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você

Nunca se esqueça nem um segundo
Que eu tenho o amor maior do mundo
Como é grande o meu amor por você

Mas como é grande o meu amor por você



Copyright © 1967  EMI

quarta-feira, março 05, 2008

Felippe !!!! US em 04fev2008

 
Nosso bebê...hoje com 45 cm e pesando 1,7 Kg!!
Entrando na 35a semana gestacional!!!
Aiaiai...
Já te amamos tanto....